Depois do questionamento da história, passamos para um ditado, eu fiquei muito confusa:
A fatiba vebo podabi;
Maria linfou o jamoso peixaral;
O circunchento ortecujou a Jimaia.
Conclui com esta dinâmica que temos dificuldades ao escrever as palavras que não conhecemos, é como se tivessemos um conjunto de palavras internalizados e essas não fizessem parte do conjunto. Também me fez refletir muito em relação aos comandos passados para os discentes. A escrita fica difícil quando não sabemos a pronúncia correta da palavra.
Fizemos várias reflexões à respeito da Ortografia que me fez repensar na minha didática em sala de aula, erros que sem perceber cometia. No texto , "Uma reflexão sobre as normas ortográficas", fala sobre os erros frequentes que certamente, serão corrigidos - pelo menos da minha parte. O texto também descreve as dificuldades regulares e irregulares, quando, onde, o que corrigir e como corrigir as grafias das crianças. Por sabermos que todas as pronúncias são válidas, baseando no fato de que cada região tem o seu modo de pronunciar, concluo que a correção ortográfica é de extrema importância para a sociedade, sem ela seria impossível haver uma comunicação entre estados. A criança aos poucos vai aprendendo o funcionamento da escrita e as normas ortográficas, mas para isso é preciso que o professor desenvolva um bom trabalho, para então o aluno perceber que em alguns momentos a regra será precisa e em outros apenas a memorização terá o seu papel. Mas não fica só nisso, vale frisar que as reescritas de textos produzidos por eles é plausível, permitindo avanços no conhecimento. Vale ressaltar que temos de pensar na correção ortográfica como um objeto de reflexão e não como punição, são apenas crianças e irão evoluir gradativamente.










